Praça Júlio de Castilhos / Praça da Estação

O terreno onde se encontra a praça foi adquirido pelo Ministério do Exército em 1869, para abrigar a então Praça do Quartel. Alguns meses depois, a Câmara Municipal de Bagé deliberou que fosse denominada Praça Silveira Martins, em homenagem ao ilustre político bajeense.

Em função da Proclamação da República e da vitória republicana na Revolução Federalista, teve seu nome alterado novamente em 1895, para Praça Júlio de Castilhos - Presidente do Estado do Rio Grande do Sul e chefe do Partido Republicano Gaúcho.

A Praça sempre foi referenciada por sua importância, sendo a primeira visão que se tinha quando se chegava a cidade. Atualmente existem na Praça quatro monumentos: O Monumento ao Expedicionário, há também o símbolo da Força Expedicionária Brasileira - FEB, com a placa: “Ao Soldado Expedicionário: o povo de Bagé”, 1945; O Monumento a Emílio Mallet, patrono da Artilharia de Campanha; A Herma de Duque de Caxias, patrono do Exército e o Busto de Manoel Luiz Osório, patrono da cavalaria.

Há muitos anos, a Praça Júlio de Castilhos é também conhecida como Praça da Estação e, é utilizada pela comunidade bajeense, para a prática de atividades físicas e como espaço de lazer para crianças, jovens e adultos.

Em 2016 foi instalado na praça o Consultório do Analista de Bagé, um presente do SENAC Bagé para a comunidade, um conjunto de estátuas em alusão à famosa personagem do livro O Analista de Bagé, e uma homenagem ao seu autor Luís Fernando Veríssimo. Compõem o conjunto uma estátua do Analista, uma de sua assistente Lindaura, uma estátua do escritor em tamanho real, e o “divã” de pelego.


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